Close
Rabat

Rabat

O que visitar em Rabat, a capital marroquina

Bem-vindo(a) ao Marrocos, viagem feita do dia 25/05 a 02/06/2019. Esse post é específico da cidade de Rabat que fiquei 2 dias e aqui no blog você pode conferir FezMarrakech e o Deserto.

Qual o país mais diferente do Brasil que você já visitou? Em 2019, finalmente eu coloquei meu pés na África e o Marrocos foi o primeiro país que conheci desse continente.

Enfim, senti que estava em outra realidade, que cultura diferente! Dessa maneira, eu quero compartilhar com você essa experiência pelas terras de Aladdin.

Informações Gerais

País: Marrocos; Meio de transporte: avião; Moeda local: dirham (MAD); Idioma: oficiais – árabe e bérbere, mas se fala muito francês; Hospedagem: hostel
Rabat

Para chegar em Rabat eu tive que pegar dois voos, pois eu fui com 2 amigas e cada uma veio de um lugar diferente. Assim, eu fui de Amsterdã para Londres (Stansted) por €38,84 e depois para Rabat por €33,20.

O ônibus é a melhor opção do aeroporto de Rabat para o centro da cidade (20 dirham) e não tem complicação, é só sair pela porta principal do aeroporto que você o verá.

Por fim, o câmbio foi de €1,00 = 10,50 dirham marroquino, na época dessa viagem. Entretanto, eu sempre recomendo olhar a cotação antes da viagem e se possível trocar o mínimo no aeroporto. No Marrocos praticamente não se aceita cartão e a solução mais pratica foi levar dinheiro para trocar na cidade.

Todos os pontos visitados nessa viagem você pode ver no mapa abaixo e é possível, com o símbolo à esquerda do mapa, ver os detalhes.

Hospedagem em Rabat

O hostel Dar El Idrissi tinha um ótima localização e a diária foi €34,00 para 3 pessoas com a taxa municipal incluída.

Hostel Dar El Idrissi

Na minha opinião, foi bom apenas para uma noite porque o colchão era muito duro e o banheiro não era bom. Então, se você ficar hospedados mais dias, recomento buscar um local mais confortável.

O que fazer em Rabat?

1. Kasbah des Oudayas

O Kasbah des Oudayas é o lugar mais bonito de Rabat por causa de sua linda vista e esse é o bairro mais antigo da cidade, do século XII com destaque dos muros e as torres da fortificação, que o protegia de invasões e ataques.

Kasbah des Oudayas
Vista desde o Kasbah des Oudayas

No deixe de visitar o jardim que fica perto do palácio, além da entrada ser grátis, ele é muito charmoso e bem cuidado, como você pode observar na foto abaixo.

Jardim Kasbah des Oudayas

Por fim, eu gostaria que ressaltar as ruelas desse curioso bairro com suas casas azuis e brancas. Assim, reserve uns 20 minutos para passear por ali e admirar esse espaço único de Rabat. Apesar das ruas parecerem um labirinto, com o Google Maps foi muito fácil se localizar.

Casas azuis e brancas do bairro

2. Torre Hassan

A construção da torre Hassan começou em 1195 e o objetivo era ser a maior mesquita do mundo, mas quando o sultão faleceu a obra infelizmente não chegou ao fim.

Torre Hassan

Em 1755, houve um terremoto e a inacabada mesquita foi destruída, mas a torre de 44 metros sobreviveu e é possível vê-la. A visita nesse espaço é grátis, assim como o Mausoléu de Maomé V, que está justamente em frente a torre Hassan.

3. Mausoléu de Maomé V

Como eu disse anteriormente, a visita no Mausoléu de Maimé V é grátis e é permitido tirar foto sem flash em seu interior.

Esse edifício é considerado uma obra-prima da moderna arquitetura da dinastia alauita, a atual família real do país. Sua construção foi finalizada em 1971 e o telhado é verde, a cor do islamismo.

Mausoléu de Maomé V

Em seu interior está a tumba do rei Mohammed V, conhecido como o pai da independência do Marrocos, que foi ocupado pelos franceses. Ao fundo da sala você pode observar outras duas tumbas que são do rei Hassam II e Boulay Abdallah, filhos do rei Mohammed V.

Mausoléu de Maomé V

4. Dar-al-Makhzen – Palácio Real

O Dar-al-Makhzen é a residência oficial dos reis do Marrocos que também tem funções político-administrativas e que está localizado em um complexo protegido por uma muralha.

Por esse motivo, para visitar o local é necessário a apresentação do passaporte e a entrada no palácio em si é proibida.

Dar-al-Makhzen

Outra construção que chama a atenção é a mesquita, mas assim como todas as outras, é proibia a entrada para não-muçulmanos.

Apesar da minha pequena decepção de não poder entrar em nada, a visita vale a pena porque, além de grátis, permite ao turista ter a ideia de como a religião e a política no Marrocos estão interligadas.

Mesquita do Dar-al-Makhzen

Onde comer em Rabat?

Restaurante El Bahia

O El Bahia fica na rua Bab Lbouiba 4 Avenue Hassan II, Rabat 10030 e tem um preço muito bom. Assim, já aproveitei para provar a sopa harira e os tajines, que são pratos típico marroquinos.

Restaurante El Bahia

Abaixo você pode conferir os pratos que estavam deliciosos, o valor total foi de 225 dirhams.

sopa ‘harira’ 10 dirhams
‘kefta aux oeufs’ (tajine kafta) 55 dirhams
‘poisson poivrons verts’ (tajine almondega de peixe) 60 dirhams

A sopa harira é feita com legumes e carnes e geralmente consumida para quebrar o jejum durante o Ramadã. Já tajine, na verdade, é o nome do recipiente em que é preparado um cozido ou ensopado de legumes acompanhados de carne ou frango. Por fim, achei ambos muito saborosos e comi durante a viagem toda!

Se você tem alguma dúvida ou já visitou esse lugar, por favor deixe nos comentários. Marque #depira na suas fotos do Instagram para que eu possa vê-las 🙂

Eu vejo você na próxima aventura!
Natalia

3 thoughts on “Rabat

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.